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DT-A, DT-B ou DT-C? Qual cabe no seu bolso?


Rodrigo Kühl - Coxa


Pela primeira vez na história da Arrancada Brasileira o regulamento foi unificado e vai ser seguido por todos os estados brasileiros. Quer dizer que no ano de 2010, a Arrancada começa a seguir um novo caminho rumo ao profissionalismo. Bom demais e uma vitória do Sr. Rogério Gregoris, nosso novo repre-sentante na CBA.
Mas vamos agora analisar o lado de um piloto (no caso esse piloto sou eu!):
Em 2009 eu participei da categoria DT-A e foi uma experiência fantástica, pois com a adoção dos pneus Drag, a categoria se tornou uma das mais atraentes para os pilotos e público. Mas como é uma competição, os pilotos usaram de todos os artifícios liberados no regulamento para conseguir a vitória, o que é normal e lógico. No meu caso, mesmo conseguindo boas colocações em todas as provas que participei na DT-A, meus equipamentos em termos de cabeçote e pneus estavam aquém dos demais da categoria e o custo para a instalação e compra desses equipamentos não seria possível no meu caso. Com a evolução dos acertos dos carros, em breve eu começaria a ficar para trás na categoria. A solução veio com a recém e reformulada categoria DT-B. E não foi uma decisão exclusiva minha, pois vários pilotos voltarão a andar na DT-B, com a liberação de bicos, bombas, carburadores importados e diâmetro da mangueira. O legal é que a diferença entre a DT-A e a DT-B é quase nula, com exceção do cabeçote multi-válvula e a alavanca in-line na DT-A, além dos pneus, que no caso da DT-B continua sendo radial. E é por isso que digo que ficou democrática, pois se o piloto tem condições financeiras ele anda na DT-A e se ele tem uma condição menor, ele anda na DT-B e se a vontade de gastar dinheiro for ainda menor, ele anda na DT-C, que convenhamos é uma das categorias de base mais interessantes da arrancada. A única coisa que me assustou, foi que pelo regulamento ainda em pré-analise, ficou liberado o câmbio seqüencial importado e se este item for realmente confirmado, a minha teoria sobre uma categoria democrática foi por água abaixo. Mas vamos esperar e torcer para que o erro seja reparado. Aposto que na prática vamos ter uma categoria DT-B com muitos carros no grid e com muita disputa na pista, a  DT-A vai continuar sendo o sucesso que foi no ano de 2009 , se manter o câmbio nacional, e a DT-C, que finalmente ficou livre do escapamento e se  torna mais interessante para os pilotos que andam nela. Com certeza essas categorias  fazem com que a arrancada seja muito mais brasileira. Um grande abraço a todos!!!

 
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